Quando olhamos a história, temos a impressão de que não se fazem mais pessoas geniais como antigamente.

Estamos cercados de pessoas que só conseguem resultados medianos ou abaixo da média nas mais diversas áreas da vida.

Quando observamos a vida de pessoas conhecidas por sua genialidade, logo percebemos que elas tinham um leque variado de interesses. Elas buscavam conhecimentos e aprimoramento em várias áreas da vida.

Essa diversidade de conhecimentos é que nos torna pessoas acima da média e até geniais.

No artigo anterior, falei sobre o trabalhar por dinheiro ou por amor e citei a maneira como Michelangelo encarava o próprio trabalho. Falei sobre o encantamento dele pelo próprio trabalho. Convidei você a refletir como seria o mundo, e a sua própria vida, se as pessoas conseguissem se orgulhar e se encantar com os resultados do trabalho que fazem.

O psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi entrevistou quase 100 pessoas consideradas gênios de diversas áreas do conhecimento, incluindo 14 ganhadores do Prêmio Nobel, para realizar uma pesquisa que deu origem ao livro Creativity: The Psychology of Discovery and Invention. Uma das principais conclusões da pesquisa foi a de que as pessoas geniais não são as mais inteligentes nem as que nascem dotadas de alguma característica especial. As pessoas geniais são as pessoas curiosas e determinadas.

São fascinados por seus trabalhos, embora existam outras pessoas mais inteligentes que eles, a vontade de realizar aquilo que se propuseram é o fator decisivo” diz Csikszentmihalyi.

Muitas pessoas que conhecemos se limitam a fazer o mínimo possível, com a mínima qualidade possível, para que não percam o emprego ou os clientes que possuem. Mesmo entre as pessoas mais inteligentes que conhecemos, poucas se orgulham do que fazem, muitas até evitam falar sobre o trabalho que realizam. Esforço e empenho medíocre não poderia resultar em nada além de crescimento profissional e financeiro medíocres (no sentido de medianos).

Detalhes do rosto da escultura de 5,17 metros que representa David, herói bíblico, esculpido em mármore por Michelangelo entre 1501 e 1504. Pelo seu realismo anatômico impressionante, é considerada uma das mais importantes obras do Renascentismo.

Voltando ao exemplo do Michelangelo, ele foi alguém acima da média e por isso ficou com o seu nome registrado nos livros da história da humanidade. Ele se tornou um grande nome do período histórico chamado de Renascença ou Renascentismo. Dos seus 89 anos, trabalhou por 70 anos como pintor, escultor, poeta e arquiteto.

Michelangelo foi contemporâneo de Leonardo da Vinci, outra figura genial que ficou na história. Seu leque de interesses era maior ainda. Ele realizou trabalhos como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico durante os seus 67 anos de vida.

Pessoas acima da média não limitam suas vidas em uma única área de interesse. Muitas vezes, até nos dias de hoje, essas pessoas se desenvolvem em mais de uma profissão. Elas não restringem o seu desenvolvimento e buscam conhecimentos em áreas relacionadas. O conhecimento de uma área colabora com o trabalho realizado em outra área.

No caso do Leonardo da Vinci, estudar anatomia ajudava na perfeição do seu trabalho como escultor. Estudar botânica e arquitetura ajudava a desenvolver quadros mais elaborados e realistas. Seus estudos científicos, matemáticos e da natureza colaboravam com suas invenções, projetos de engenharia e arquitetura.

Você é polímata?

Quase todos os grandes gênios da humanidade foram polímatas. A palavra polímata vem do grego e significa “aquele que aprendeu muito“. Um polímata é todo aquele cujo conhecimento não fica restrito a uma única área.

Como vivemos em um mundo onde tudo gira em torno do dinheiro, as pessoas que mais se destacam são aquelas que atingem o sucesso financeiro. É o caso dos grandes empresários que acumulam grandes fortunas.

Sucesso financeiro é fácil de observar e mensurar, mas seria interessante poder mensurar o desenvolvimento dessas pessoas em outras áreas, pois o sucesso financeiro é apenas uma consequência. Nossos resultados profissionais e financeiros derivam do sucesso que atingimos em outras áreas do nosso desenvolvimento pessoal.

Leonardo da Vinci utilizava seus estudos sobre matemática e anatomia para aperfeiçoar as obras de arte encomendadas pelos seus clientes.

O atual homem mais rico do mundo, o empresário Bill Gates, costuma ler mais de 50 livros por ano. Quantas pessoas você conhece que costuma ler mais de 50 livros e que fez isso nas últimas décadas? Gates possui um blog na internet onde divulga comentários sobre os seus livros preferidos, veja aqui. Ele tem uma empresa de tecnologia, mas se interessa por livros das mais diversas áreas.

Certamente essa variedade de interesses e conhecimentos amplia o leque de possibilidades, imaginação e a criatividade de grandes gênios.

Visão limitada do mundo

Liminar sua área de interesse significa limitar usa visão de mundo.

Essa limitação reduz a sua capacidade de enxergar diversas possibilidades e caminhos diante de determinadas situações da vida. É como usar aquele acessório chamado de “antolhos” que colocam na cabeça dos cavalos para limitar sua visão e forçá-lo a olhar apenas para a frente, e nunca para os lados (onde existem outros caminhos).

Muitas vezes as oportunidades, as novas ideias, invenções e a criatividade não são óbvias, não estão bem na frente dos nossos olhos. Muitas vezes é necessário olhar para os lados, investigar outros conhecimentos para que novas ideias possam surgir.

Se a pessoa tem seus conhecimentos restritos, vai se limiar ao senso comum. Quando ela carrega uma grande bagagem de conhecimentos, das mais diversas áreas, a criatividade (que muitos chamam de combinatividade) acaba se expandindo.

Quantos comerciantes e profissionais liberais não crescem por não saberem lidar corretamente com as pessoas, clientes e funcionários? Dominam o conhecimento do negócio, mas não sabem lidar com as pessoas e graças a isso perdem clientes até quebrar.

Quantas pessoas não prosperam em seus negócios por não expandirem seus conhecimentos nas áreas de vendas e marketing?

Quantas famílias e empresas enfrentam problemas financeiros por falta de conhecimento básico sobre matemática financeira, planejamento, orçamento e investimentos?

Quantas pessoas estão nesse momento destruindo a própria saúde por falta de conhecimentos sobre os alimentos e o funcionamento do próprio corpo?

O mundo está repleto de pessoas que só entendem sobre uma ou duas coisas com profundidade. Isso cria pessoas medianas que colhem resultados abaixo da média em todas as áreas da vida. Poucas estão nesse exato momento buscando o conhecimento que precisam para melhorar em cada área, para que possam se diferenciar, saindo da média e do senso comum. Sabem muito de pouco e quase nada sobre todo o resto.

Homem universal

Cada novo conhecimento dominado é como uma porta de oportunidades que ilumina a escuridão da nossa ignorância.

Tudo isso, inevitavelmente, cria uma vida deficiente e limitada.

Devemos buscar ser aquilo que os renascentistas chamavam de “homo universalis” (do latim “homem universal”) que seriam os homens e mulheres que buscam o conhecimento em várias áreas e com isso elevam a média de toda a humanidade.

Renascentistas como Michelangelo e Leonardo da Vinci acreditavam que o ser humano era forte e ilimitado em suas capacidades, por esse motivo, todos deveriam abraçar todo o conhecimento possível e desenvolver as suas capacidades até o limite máximo.

Através dessa visão da realidade, os renascentistas passavam a vida procurando desenvolver suas habilidades em todas as áreas do conhecimento. Quantas pessoas você conhece que se desenvolveram nas áreas das exatas, humanas e das artes ao mesmo tempo? Quantos engenheiros, matemáticos ou arquitetos você conhece que também se destacam como bons poetas, músicos, escultores ou artistas? Quantos artistas, músicos e atletas buscaram desenvolvimento na área de finanças?

Nascemos gênios e nos transformam em tolos

Quando somos crianças tendemos a nos desenvolver como humanos universais.

Nascemos polímatas, pois nos interessamos por tudo. Crianças possuem curiosidade ilimitada e sentem enorme prazer em descobrir coisas novas e aprender com essas descobertas.

Com o tempo, o modelo de ensino que temos hoje faz o trabalho de destruir isso. Professores despreparados e desmotivados dentro de uma estrutura arcaica (que lembra uma fábrica ou um quartel) transformam o conhecimento em algo chato, penoso e cansativo.

Adquirir conhecimento se torna quase um mal necessário na vida das crianças.

A escola faz o trabalho de separar a vida real e o conhecimento. Ela esquarteja o conhecimento em inúmeras matérias que não se comunicam entre si. Professores diferentes, que sabem muito de uma coisa só e nada sobre as outras coisas, apresentam pedaços do conhecimento a cada aula. Esses pedaços também não se comunicam e por isso perdem o sentido.

No final, não sabemos o que fazer com todos os pedaços de conhecimento que nos obrigaram a decorar.  Jogamos tudo fora. Peças que não se encaixam são inúteis em um quebra-cabeça.

Quando saímos da escola e entramos na faculdade o problema volta a acontecer no vestibular. Alguém pergunta qual é a profissão que você deseja seguir pelo resto da vida. Você escolhe uma e ignora o conhecimento de todas as outras.

Você passa a ser alguém que sabe muito de pouco e pouco sobre todo o resto.

Interesse alheio

É muito provável que isso satisfaça muitos interesses. Imagine o que aconteceria se o mundo estivesse repleto de pessoas polímatas e geniais. Muitas ideias velhas e ultrapassadas entrariam em atrito com ideias novas, criativas e revolucionárias. Pessoas bem informadas e inteligentes são difíceis de comandar, controlar e enganar.

Um mundo repleto de pessoas geniais seria um mundo instável que sofreria profundas mudanças.

Não espere que ninguém se interesse pelo seu próprio crescimento, pois o que ocorre é justamente a exploração da sua ignorância nas mais diversas áreas do conhecimento.

Imagine a quantidade de empresas que possuem seus negócios baseados na ignorância financeira, ignorância alimentar, ignorância com relação aos nossos maus hábitos.

Imagine como seria o mundo se a maioria tomasse a decisão de buscar mais conhecimento sobre todas as áreas importantes da vida.

Algumas mentes que passaram por aqui foram tão excepcionais que mudaram o mundo. Não precisamos de tanto. Se você for capaz de mudar a sua própria vida, já terá dado a sua contribuição para mudar uma pequena parte do mundo, aquela parte que só você pode mudar.

Se você gostou desse artigo, recomendo a leitura do meu novo livro Resistência: a força que se opõe a você, (visite aqui e saiba como).

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Comentários

Olá Leandro! Sou inscrito no site Çlube dos Poupadores e agora do site Intrasenso, que creio, vir a complementar o aprendizado, e está mostrando o porquê veio, muito bom os artigos parabéns. Quanto ao artigo, realmente concordo plenamente contigo, tenho amigos e ex colegas de profissão que quando se aposentaram cairam em desgraça, pois por terem passado a vida toda fazendo a mesma coisa, não tinham habilidades para fazer outra coisa, só eram bons naquela função tipo executor de tarefas, não tinham uma vida social saudável, não sabiam escolher um livro que lhes era interessante, se dedicar a ver um bom filme, estudar, ou desenvolver outra profissão, muitos acabavam adoecendo e caindo em desgraça como alcoolismo ou depressão, assim também acontece com o desemprego, tem muitas pessoas doentes, somos treinados, doutrinados, robotizados a executar tarefas, assim vejo o mundo corporativo de quem trabalha em processos industriais. Achei muito interessante também a colocação que fizestes sobre o interesse alheio, com certeza não é interessante, quanto menor a genialidade maior é a massa de manobra.

Oi Heriberto. A sociedade que temos hoje foi construída dessa forma. Pessoas são vistas como unidades de consumo por quem vende algo, mão de obra por quem produz algo e eleitores por quem explora tudo isso. Podemos muito mais. É responsabilidade de cada um cuidar do próprio desenvolvimento para escapar desse senso comum.

Ótimo artigo, Leandro. Obrigado.

É interessante como nos colocamos em situações de prejuízos ou riscos apenas por falta de conhecimentos rudimentares sobre determinado assunto. As pessoas em geral não querem mais “perder” tempo com as coisas.

Oi Marcelo. O perverso é que as pessoas acabam perdendo ou limitando a própria vida por se recusarem a investir tempo no próprio desenvolvimento.

Texto Excelente!!! Bem reflexivo… Faz pensar sobre como poderíamos ser melhores do que somos hoje se nós nos dedicássemos mais em aprender coisas novas que tenham alguma utilidade para nossa vida e/ou trabalho. Tenho q gastar menos tempo com redes sociais e tv e mais com livros e cursos como vc bem ensina. Obrigado Leandro pelo seu trabalho, ajuda a gente a pensar e pensado a gente muda.

Olá Fabrício. O negócio dos donos das redes sociais e das emissoras de TV é capturar o seu tempo (sua atenção) para transformar esse tempo em produto. Sua atenção é vendida para anunciantes que pagam para exibir propaganda na tela da sua TV ou na tela do seu smartphone. Nosso tempo é a matéria prima que dá origem a todas as formas de riqueza que temos. Quando entregamos todo o nosso tempo para as distrações, os donos dessas distrações é que ficam com a nossa riqueza primordial, o tempo.

Sensacional. Meu pai me ensinou exatamente isso. Sempre disse que devemos aprender de tudo um pouco. A vantagem é que consigo me adaptar em vários ambientes e conversar sobre os mais diversos assuntos com pessoas diferentes. A desvantagem é que alguns entendem como prepotência o fato de você não ser daquela área e entender do assunto.

Mas tudo bem, o que vale é ser curioso e aprender cada vez mais.

A gente pra viver bem nesse mundo tem que ser um pouco mais inteligente.

Obrigada

Imagino que outras pessoas também gostariam de ler 50 livros por ano. É algo em torno de 4 livros por mês, ou 1 livro por semana. Para quem tem um trabalho “normal”, tem filhos e esposa, isso fica mais difícil de realizar. Porém, hoje existem aplicativos, canais no YouTube e audiobooks que nos permitem ter acesso ao conteúdo dos livros sem precisar de fato lê-los, o que acaba otimizando esse processo. Claro, não é exatamente a mesma coisa que ler o livro, degusta-lo, porém, é uma alternativa. Vamos lá pessoal!!

Oi Felipe. Vamos imaginar uma pessoa que destina apenas 15 minutos por dia para a leitura. Vamos imaginar que essa pessoa só consiga ler 5 páginas nesses 15 minutos (algumas pessoas conseguem ler mais). No final de 30 dias essa pessoa terminaria um livro pequeno de 150 páginas. No final de 1 ano seriam 12 livros. Se a dedicação fosse de 30 minutos e 10 páginas por dia o resultado seria 2 livros de 150 páginas ou 24 livros por ano. Investindo 1 hora de leitura para ler 20 páginas seria possível concluir 4 livros de 150 páginas ou 48 livros por ano. A quantidade de livros não importa. O importante seria compreender a importância de destinar alguns minutos por dia para aprender alguma coisa nova através de livros, filmes, cursos, vídeos ou qualquer outra fonte de informação. Desperdiçamos muito tempo fazendo outras coisas que não produzem nenhum resultado no futuro, muitas vezes essas coisas apenas roubam nosso tempo para sempre.

Oi Leandro, senti feliz lendo seu texto. Longe de ser genial, mas considero ser uma pessoa muito curiosa. Tão curiosa que as pessoas estranham quando falo que queria trabalhar no zoológico para descobrir como funciona a rotina com os animais, ou como estoquista de um supermercado para saber como eles lidam com produtos com validade, etc. Eu tenho muita curiosidade em saber como as coisas funcionam. E com o seu texto percebi que isso é uma coisa muito boa. Vou continuar lendo, estudando e trabalhando para continuar as minhas descobertas. Um grande abraço.

Olá Yuka. Parabéns. Essa busca faz parte da nossa natureza. Ela nos preenche. Nos tira da condição de alguém que precisa de ajuda e nos coloca na posição de alguém que pode ajudar.

Mais um belo artigo, obrigado por compartilhar. O mundo seria outro, as pessoas seriam mais felizes se simplesmente acreditassem nelas mesmas e em seu potencial.

Olá Leandro,
Seu artigo é muito bom, e o mundo seria outro completamente diferente se as pessoas fossem um pouquinho mais curiosas sobre o mundo a sua volta. Infelizmente a maioria das pessoas se contentam em sair do serviço, chegar em casa, e esperar pra ir pro trabalho no dia seguinte novamente, desperdiçando o pouco tempo livre que tem com futilidades.
As pessoas anseiam para ter férias, mas quando ela chega, passam sentados no sofá vendo televisão ou dormindo.

A única ressalva que faço é com relação a dois argumentos que utiliza como requisitos para se tornar uma pessoa genial. Um delas é que ler 50 livros é algo bom. Não acho que quem lê muitos livros ruins se diferencia muito de quem vê séries, filmes ou vídeo game. Se o livro é apenas entretenimento, ele é igual a muitos outros que já existem e que até servem mais como diversão.
Ninguém tem memória pra ler tantos livros, e dificilmente ler todos eles vai fazer você ser uma pessoa tão diferente de alguém que lê apenas um livro bom, mas consegue colocar todos os seus ensinamentos em prática.

Eu digo isso pois já fui um fissurado em desenvolvimento pessoal. Lia tudo sobre o assunto e via dezenas de vídeos no youtube sobre como ter uma vida que vale a pena ser vivida. No final descobri que apenas ler por ler não só não era útil, como me fazia perder tempo que devia utilizar para melhorar na minha área de trabalho, que é desenvolvimento de software.

Isso me leva ao segundo ponto. Saber variados assuntos pode ser útil se você consegue utilizá-los em conjunto. Enquanto que ter conhecimento em finanças, a sua área de atuação e sobre alimentação, exercícios, etc, é algo bom, que eu inclusive tento adquirir. Ter conhecimento em programação e medicina, ou medicina e música, não vai ter utilidade se você não conseguir juntar essas áreas.

No final das contas, eu acho que o que importa não é saber muito, mas saber o que importa

Olá Thiago. O exemplo dos 50 livros não foi apresentado como um requisito. Apenas utilizei um exemplo para ilustrar o artigo. Poderia ter utilizado outros exemplos, mas preciso escolher um. Quando escolho um, todos os outros firam de fora. E não tenho nenhuma dúvida que ele alimenta o blog dele com artigos relacionados aos livros que lê como uma forma de estimular a busca por conhecimento entre os mais jovens. Pessoas como um Bill Gates compreendem que suas ações inspiram os jovens. Sobre a memória, existem muitos estudos mostrando que pouco importa se você lembra conscientemente daquilo que lê, pois o objetivo não é manter toneladas de conhecimento no seu consciente. Isso seria impossível. O objetivo é transportar isso para dentro do “caldeirão” que é o seu inconsciente. Nada do que você lê, vê ou escuta é totalmente perdido. Tudo acaba sendo armazenado no seu inconsciente que é uma grande máquina de associar e construir ideias. É sua máquina criativa e intuitiva que precisa de matéria prima para produzir. Obviamente cada pessoa deve buscar o conhecimento que lhe será útil. No exemplo que apresentei, conhecer sobre anatomia e matemática colaborava para o trabalho do pintor e do escultor. Um desenvolvedor de softwares que possui vasto conhecimento em outras áreas pode associar esses conhecimentos e produzir softwares revolucionários em diversas áreas. Um desenvolvedor que se limitou ao conhecimento tecnológico do software será alguém limitado a receber e obedecer ordens de alguém. Não terá matéria prima para criar e inovar.

Leandro,

Identifiquei-me muito com o texto pois sou muito curioso e, em vários assuntos! Muitos dizem que quando estamos procurando ser bom em tudo acabamos sendo bom em nada, que devemos ser especialista, já que o mercado procura incansavelmente este tipo de profissional. O problema é que essa curiosidade que tenho é interna, é algo muito particular, pouco me interessa o mercado, é mais uma satisfação que sinto quando aprendo coisas novas. Obrigado pelo compartilhamento.

Olá Michel. O mercado precisa de mão de obra especializada. A maioria das vagas oferecidas pelas empresas são para os que cumprem ordens. Nos níveis mais elevados da hierarquia (onde existem poucas vagas) ficam aqueles que estudam, pensam e tomam as decisões que serão seguidas pelos demais. Quanto maior a bagagem de conhecimentos e experiências, melhores serão as decisões.

Texto fantástico!!! Perfeito isso. A escola nos limita. A família nos limita. A Igreja nos limita. Eu demorei a acordar, mas sinto que estou saindo desta bolha que nos colocaram. Sei q não é fácil, mas temos que tentar. Um forte abraço.

Olá Leandro. A expressão “Nascemos gênios e nos transformam em tolos.” é genial: Desde o nosso nascimento tentam nos transformar em tolos, nos mais diversos campos ( na religião, na alimentação, nos relacionamentos, no campo financeiro, etc) “entendidos” tentam nos direcionar e tomar as verdades deles como as nossas, são verdadeiros tiranos nos manipulando e incutindo em nossas mentes as ideias mais estapafúrdias, inconscientemente (muitas vezes conscientemente) somos levados e dominados por essas ideias. Como nos libertar desse julgo? Buscando o conhecimento, não existe outro caminho: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará!”. Obrigado por me ajudar nessa busca pela verdade, obrigado por me ajudar a libertar!!

Olá Weder. Na verdade as pessoas escolhem as ideias, crenças, visões de mundo que irão adotar, cultivar e espalhar. Gostamos de ideias estapafúrdias. Da mesma forma que o conhecimento nos leva a tomar determinadas decisões, a ignorância nos leva a tomar outros tipos de decisões. O inimigo comum seria a nossa própria ignorância, essa sim é fácil de controlar e manipular.

Leandro,

admiro muito seus textos, tanto na área financeira quanto os textos do transcendência (agora intrasenso).
Sou leitor ávido do conteúdo (excelente) que você produz.

Esse texto reflete muito a minha visão pessoal sobre a vida no geral.
Espero que mais pessoas saiam da limitação e da zona de conforto que elas mesmas se impõem para buscar mais conhecimento (não há conhecimento inútil, por mais trivial ou aleatório).

Um grande abraço

Conhecer muito de pouco ou pouco de muito?

Alguns autores falam em segmentação do conhecimento, outros de generalização. Hoje com a vida corrida e informação de sobra, fica difícil é saber o que filtrar e o que aprender. Vivemos na era da informação e na era da ignorância. Muita informação, pouco conhecimento!

Excelente artigo! Devemos nos refletir qual caminho seguir.

Olá Joel. É necessário ter objetivos, saber o que queremos, onde queremos chegar. Partindo disso podemos separar o que é útil do que não é útil. Cortar oi limitar os canais por onde chega conteúdo que não escolhemos, não selecionamos seria um bom começo para ter tempo e disposição para acessar aquilo que nos importa.

Uau! Que artigo! Emocionante! O último parágrafo fechou com chave de ouro. Parabéns Leandro! Como sempre seus textos tocam o coração 💓 e provocam reflexões profundas sobre a nossa vida.

Olá Leandro !! Parabéns por mais este ótimo artigo. Me identifiquei muito com ele. Sabe, eu sou muito interessado em estudar os mais diversos campos de conhecimento. Não gosto de me aprofundar muito em um único campo de conhecimento. Gosto de ser mais generalista. Baseado nisso, acabei optando em ser um bibliotecário pois percebi que assim poderia trabalhar em um local no qual poderia ter acesso a uma gama de informações bastante diversificada. No meu caso eu trabalho em biblioteca escolar e tenho acesso a vários gêneros literários.

Sou advogada mas agora me dedico ao meu negócio (num ramo totalmente diferente, alimentação), por isso procuro aprender sobre finanças a nível empresarial. Escrevo, gosto de arte (desenho também). E de fato percebo que os conhecimentos “casam” entre si. Meu conhecimento e experiencia como advogada me permitem insights que outros empresários nem imaginam. A criatividade que deixo florescer ao escrever e desenhar trazem inúmeras ideias para o negócio. Sem falar o que tenho aprendido trabalhando no negócio em si. Nunca fico entediada.

Parabéns Suelen. Minha formação é na área de administração de empresas. O curso de graduação de administração é curioso por existirem cadeiras ou matérias das mais variadas áreas. Fiz diversas cadeiras sobre direito, economia, contabilidade, matemática, estatística, logística, psicologia, investimentos, informática, recursos humanos, marketing, planejamento, gestão ambiental, etc, etc. No meu tempo o curso durava 5 anos e o foco era formar empreendedores. Para empreender é necessário ter conhecimentos sobre as mais diversas áreas, pois no início o pequeno empresário terá que dominar todas elas. Quando a empresa cresce o empresário passa a contratar mão de obra especializada e esse conhecimento que ele tem ajuda na contratação e relação com esses profissionais. Ser curioso e gostar de aprender são características importantes do empreendedor.

Olá, Leandro,
Excelente artigo! Como sempre, muito inspirador!
Realmente, a escola nos limita com um modelo de educação ultrapassado, que em nada estimula a criatividade e curiosidade dos alunos. Dessa forma, nos primeiros anos de vida, o indivíduo se interessa mais por atividades que quase sempre não contribuem para o seu desenvolvimento. As pessoas precisam se libertar disso.
Considero-me uma pessoa privilegiada por ter acesso e interesse por temas que você publica nesse blog e no Clube dos Poupadores. Leio todos e sempre compartilho com colegas, amigos e em redes sociais. Se uma pessoa se interessar, já considero uma conquista.
Gratidão! Abraços! Ana

Leandro, mais uma vez, obrigado. Esse texto caiu como uma luva, exatamete no dia que resolvi ampliar meus estudos para mais uma área de conhecimento. Não entra na minha cabeça ficar parado esperando a aposentadoria chegar, passivamente… Não sei dizer se essa inquietação é característica da minha geração (31 anos atualmente) ou se isso deriva de uma visão de mundo particular. Enfim, resolvi desenvolver mais habilidades para me tornar uma pessoa mais útil no futuro. Um grande abraço. Parabéns pelo trabalho!

Olá Bruno. Só podemos ganhar ampliando nossos conhecimentos. É como alguém que sobe uma grande escadaria e a cada degrau amplia sua visão do horizonte.

Olá Leandro,

Muito bom seu artigo, penso que ser polímata é o cerne da resolução de muitas inquietações a que cada ser humano passa nos dias atuais. Vale lembrar que se deve instigar o conhecimento de tal modo que se possa vislumbrar toda sua genialidade no qual se pode transcrever e transparecer sua essência no aprendizado. Desta forma se fizermos um olhar panorâmico sobre tempos de outrora, teremos inúmeros pensadores polímatas e que nos trouxeram e nos proporcionaram uma visão diferente do todo e se permite, cito como exemplo Nikola Tesla, Albert Einstein, Demócritos, Sócrates, Platão, Aristóteles e tantos outros pensadores maravilhosos para nossa história da humanidade. Portanto este artigo me remete a uma passagem de Platão no qual é definido como a alegoria da caverna e que de maneira sucinta descrevo abaixo.

O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.

Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.

O que Platão pensava sobre isso?

Entendo que os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. De tal forma que descrevo que no mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências e travas do sistema culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.

Oi Luiz. Temos sentidos limitados e uma capacidade de compreensão limitada de tudo que lemos, vemos, ouvimos, sentimos, etc. Podemos dizer que cada um tem a sua própria caverna dentro da cabeça. O mundo é o que é, mas dentro da nossa cabeça só podemos ver as formas no meio das trevas da nossa ignorância. Cada novo conhecimento ilumina essa caverna, produz clareza na imagem que temos do mundo.

Obrigado pelo artigo, Leandro!

Antigamente, eu tinha uma crença de que as pessoas deveriam ser honestas e competentes para me ofertar o melhor serviço possível sem que eu precisasse avaliar a qualidade prestada, pois, assim, poderia me dedicar mais a meu trabalho e, consequentemente, também prestar um ótimo serviço a quem me procure.

Do alto da minha ingenuidade, amadureci nesse quesito. Percebo o quanto é importante saber, nem que seja superficialmente, sobre tudo que irá se relacionar na sua vida (desde uma consulta ao dentista a seus sentimentos). Isso não só te tornará mais sábio quanto será melhor para a sociedade como um todo, pois depender da honestidade e da competência de todas as pessoas é uma utopia.

Sobre o modelo de educação criticado no artigo, deixo a seguir um ótimo documentário sobre o tema: https://www.youtube.com/watch?v=OTerSwwxR9Y

Pinçando um exemplo, fico me questionando como a música involuiu até hoje. Pegando o rock como exemplo, vemos que o caldeirão genial dos artistas, predominante nas décadas de 50, 60 e 70, deu lugar a um vazio de qualidade atual. Naquela época, eram dezenas de artistas compondo obras-primas. Hoje, se houver dois por década é muito. Não sei se teria relação com esse aspecto generalista x especialista.

Abraços.

Acho que as pessoas estão muito entretidas. Nas décadas de 50, 60 e 70 as possibilidades eram menores. Hoje existem muitos canais para distração e desperdício de tempo. Além da falta de tempo, também falta paciência e persistência. Obras-primas não são construídas com meia dúzia de cliques ou fazendo uso dos meios mais fáceis e rápidos. Obrigado por compartilhar o documentário. Vou assistir.

Olá meu xará que o acompanha em seu excelente trabalho a tempos.
O que você acha daquela máxima onde dizem que, “quanto mais inteligente, mais habilidade para roubar”.
Já escutei muito por ai. Enquanto ao texto, acredito que além de melhorar em vários aspectos nossa vida, cultura e conhecimento não faz mal a ninguém e só enriquece o debate.
Grande Abraço.

Olá Leandro. Inteligência é um poder assim como o dinheiro é um tipo de poder. São recursos que ampliam nosso poder de ação, nossa capacidade de realizar coisas e impactar a vida das pessoas. A escolha sobre o que fazer com os seus poderes é individual. Observe como alguns dos nossos políticos estão utilizando a inteligência que possuem. Eles fizeram escolhas. Quando somos crianças, ou mesmo adultos, e assistimos filmes de super-heróis logo percebemos que o vilão da história é tão poderoso quanto o herói. Os vilões também possuem habilidades especiais e super-poderes. A única diferença que existe entre herói e vilão está na escolha que fazem sobre como irão utilizar o poder que possuem. O herói usa seus poderes para o seu próprio bem e para o bem das demais pessoas. O vilão exclui o mundo inteiro e usa o poder que possui para explorar os demais. A história está cheia de pessoas inteligentes que utilizaram seus poderes para promover o bem ou o mal.

Sensacional Leandro! Por isso passei a buscar conhecimento constantemente, com o objetivo de deixar para trás a vida mediana e colher o máximo que puder. Obrigado mais uma vez.

Esse texto foi um incentivo para seguir em frente. Sou médica e as pessoas ao meu redor me acham estranha porque gosto de estudar coisas “nada a ver” com meu trabalho. Sonho empreender fora da medicina e sempre fui a “diferentona” por isso. Tem aquele ditado “você é a media das 5 pessoas ao seu redor”. Ler seus textos representa para mim me entornar de pessoas elevadas para melhorar essa média.

Parabéns Leandro.
Vou te passar um insight que tive esta semana e que está causando uma revolução na minha forma de enxergar o sistema financeiro neste país.

Por que os bancos repetidamente apresentam lucros bilionários e nos apresentam produtos com remuneração tão baixa?
Por que há tão pouco estímulo a investimentos na bolsa?
Por que se propaga o medo da renda variável?
Quem lucra com isso?

No momento em que começo a adquirir conhecimento sobre investimentos, sobre as mais diversas possibilidades de alocar meu capital distante dos produtos tradicionais bancários, simplesmente tudo muda. É como uma cortina se abrindo.

Existe conhecimento demais escondido da população média brasileira. Digo escondido porque não vejo interesse em divulgar e facilitar efetivamente o investimento direto em empresas com oferta na bolsa. Isso deveria ser matéria de escola.

Vivemos em uma matrix que está dando muito certo para quem domina o mercado.

Um trabalho de esclarecimento como o seu, meu amigo, desperta o interesse de milhares de pessoas sobre as diferentes possibilidades que o status quo não faz a menor questão de apresentar.

O aprendizado financeiro não acontece de uma hora para a outra, mas ele começa com uma pergunta: “então pode ser diferente?”

Começa assim, e depois vem um turbilhão de novos conhecimentos e possibilidades.

Obrigado por fazer parte da minha e de tantas histórias de mudanças.

Sucesso,
Alex Viégas

Oi Alex. O banco é um intermediário entre quem tem dinheiro para investir e quem precisa de dinheiro emprestado. Ele ganha mais quando oferece a menor rentabilidade possível para quem investe e cobra a maior taxa de juros para quem pede emprestado. Quanto maior a ignorância e falta de informação de quem empresta e de quem pede emprestado, melhor o resultado do banco. No mundo do dinheiro, só você ganha quando investe na sua educação, pois muitos negócios utilizam como base a sua ignorância. Não adianta ficar esperando que os outros (bancos, escolas, governos, etc.) façam alguma coisa para que você cresça. Essa luta pelo seu crescimento é de cada um.

Você virou uma referência para mim. Adoro ler seus artigos. Que Deus lhe abençoe por compartilhar conhecimentos. Ler seus textos me motiva ainda mais a correr atrás de minhas metas.

Exatamente, Leandro.
A escola atual “castra” as pessoas que tem características diferentes do padrão e tentam colocar todos dentro de uma caixa. Aqueles que não se adaptam, sofrem muito e muitos vezes são negligenciados. Tenho um exemplo de pessoa próxima que é uma pessoa genial, pois consegue fazer justamente este link entre diversas áreas, sempre preocupando em fazer da melhor forma e não em tirar a melhor nota só por tirar. Infelizmente o que acontece é que acaba ficando deslocada no meio educacional, inclusive já tomou pau em algumas matérias. Muitos não compreendem quando você quer fazer algo a mais ou se interessa por temas diferentes. Acham perda de tempo.
É dever de cada um de nós despertar para este novo mundo que está chegando e trabalhar esta pluridisciplinaridade.

Parabéns por sempre nos fazer refletir sobre nós e sobre o mundo que vivemos.
Abraços

É isso mesmo que acontece. Todos aqui estudaram em “escolas medievais”, só que estamos passando por uma das maiores revoluções já vividas pela humanidade. Tudo está mudando rapidamente e não podemos ficar só olhando.

Leandro,
Sou muito grata a Deus pela sua vida e pelo seu excelente trabalho como educador. Sou advogada, professora de português e servidora pública federal em Brasília. Sou curiosa e apaixonada por desenvolvimento pessoal. Hoje, com 32, estou focada em adquirir novas habilidades na área de empreendedorismo digital, finanças e coach. Adquiri os seus livros e estou terminando a leitura, que tem expandido muito a minha visão. Os seus excelentes artigos também servem para nos instruir e alargar as fronteiras daqueles que não querem viver a vida na escuridão da ignorância e na média das massas. Infelizmente, o caminho do crescimento pessoal acaba sendo, por vezes, solitário e árduo…Mas obrigada por compartilhar os seus conhecimentos conosco. Abraços. Krishna. 🙂

Olá Krishna. Muito obrigado. Parabéns por focar no seu desenvolvimento e crescimento pessoal. É uma jornada solitária, pois os obstáculos são internos, a superação é pessoal, mas existem muitas pessoas seguindo esse mesmo caminho compartilhando conhecimento.

Boa tarde Leandro! Sou assinante do Clube dos Poupadores, que já tenho como referência e leitura obrigatória. Agora acabo de me inscrever no Intrasenso.

Depois da leitura deste artigo e do anterior (sobre o trabalho por amor), convenço-me que tenho muito a aprender e estou passando por uma fase profissional fundamental de decisões e escolhas e esta leitura foi fantástica para me elucidar uma série de dúvidas…

Como constatou Mihaly Csikszentmihalyi, sejamos curiosos e determinados, sejamos GENIAIS!!!

Leandro bom dia,
Participei do curso do Sandy Jadeja (27 e 28 Janeiro) e lá atras voce pediu para que eu desse um feedback.
Estou escrevendo aqui pois tudo está bem conectado.
Acredito que voce iria gostar muito do conteúdo, não pelo lado financeiro mas sim pelo lado humano universal da busca de conhecimento e fraternidade.
Até falei para a minha esposa que o curso é “Como ser uma pessoa melhor utilizando Master Trading como ferramenta”.
A credibilidade, seriedade e confiança com que ele fala mexe muito com as pessoas. As técnicas que ele desenvolveu, envolvem as mais variadas áreas de conhecimento. Haverá um outro curso em Maio. Pesquise sobre, acredito que vale o elevado investimento pela entrega de conteúdo e resultado. Este me surpreendeu.
Forte abraço

A curiosidade nos traz o aprendizado, sem este não conseguiríamos nos manter vivos por muito tempo. Na prática, se quisermos atravessar uma rua e ainda não fomos curiosos o suficiente para aprendermos que dois corpos não conseguem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo, é grande a chance de morrermos atropelados.
A sabedoria é a inteligência intelectual aplicada para nosso bem estar. Quanto mais aprendemos e usamos este aprendizado para o bem, nosso e do todo, mais nos tornamos melhores e ajudamos o Universo a ser melhor. Exemplo: Veja quanta sabedoria há em uma dona de casa que faz uma comida para a família querendo fazer o bem. Ela vai procurar observar o que cada um gosta, buscar os melhores ingredientes possíveis e fazer o melhor dentro de suas condições atuais. Com isso, vai aprimorando-se paulatinamente e sentindo o prazer de aprender com sabedoria.
A curiosidade e o aprendizado que geram sabedoria não estão ligados a fazer dinheiro, mas ao prazer de fazer. Quando temos essa compreensão de forma clara, nos tornamos mais felizes. Dinheiro é apenas o meio, não o fim.

Leandro Parabéns!!! Você é uma pessoa muito especial e iluminada. Obrigada por ajudar o mundo, ajudando as pessoas a se tornarem cada vez melhor. Você escreve muito bem, fala tudo o que tem que falar de uma forma compreensível para todos. Em todos os seus textos. Mais uma vez parabéns pelo seu trabalho e pela pessoa que você é!!

Querido, Leandro!
Cheguei até aqui através do Clube dos Poupadores, lendo nos comentários..rss
Quero te dizer que você é sem dúvida umas das pessoas mais inteligentes que encontrei virtualmente no ultimo ano, que ótimo pra mim! Tenho buscado conhecimento em várias áreas, digo que é para crescimento pessoal, acredito que eu tenha evoluído no ultimo ano muito mais dos que nos meus últimos 32 anos de vida! É prazeroso o conhecimento!! Ao mesmo tempo em que lia esse artigo eu encaminhava para vários pessoas do meu circulo de vivência, quero para os outros o mesmo pra mim, evolução! Abraço.

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